Doutor Levi Reina Fernandes


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18. Novembro 2024 #Corpo Clínico

Doutor Levi Reina Fernandes



Com formação avançada em Cirurgia do Joelho pela renomada Gelenkchirurgie - Orthopadie Hannover, na Alemanha, o Doutor Levi Reina Fernandes é especializado em procedimentos de osteotomia e próteses unicompartimentais.
 

Formação Académica


Visitas anuais a centros de referência - Estados Unidos da América, Coreia do Sul, França, Alemanha, Inglaterra.
Fellowship Gelenkchirurgie - Orthopadie Hannover, Alemanha, em Cirurgia do Joelho (Osteotomias e Próteses Unicompartimentais)
Fellowship Centre Orthopédique Santy, Lyon, França, em Traumatologia Desportiva (Lesões do Ligamento Cruzado Anterior, Lesões Meniscais, Lesões Multiligamentares) Pós-graduação Medicina Desportiva
 

Áreas de Diferenciação


Lesões Desportivas: Tratamento de lesões decorrentes da prática desportiva, promovendo recuperação de forma segura.
Dor no Joelho do Adulto Jovem: Diagnóstico e tratamentos eficazes para dores no joelho em adultos jovens.
Artrose do Joelho: Abordagem moderna para o tratamento de desgaste articular no joelho.

Sociedades Cientificas


International Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopaedic Sports Medicine. European Society of Sports Traumatology Knee Surgery and Arthroscopy Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia Sociedade Portuguesa de Artroscopia e Traumatologia Desportiva
 

Doenças e Procedimentos Clínicos


Reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior (LCA): Recuperação da estabilidade do joelho após lesões de ligamento.
Sutura e Reparação de Lesões Meniscais: Técnicas para preservar a saúde meniscal e prevenir problemas futuros.
Instabilidade Rotuliana: Correção de problemas de instabilidade da rótula.
Lesões da Cartilagem: Tratamento para restaurar a cartilagem e prevenir evolução para artrose.
Próteses Totais e Parciais do Joelho: Substituição articular para alívio da dor e melhoria da função.
Osteotomias à Volta do Joelho: Procedimentos para realinhamento articular e prevenção de próteses totais. O Doutor Levi Reina Fernandes oferece uma prática especializada e centrada na recuperação articular, com foco em tratamentos conservadores e personalizados para o joelho.

Atividade Clínica


Santarém 2ª Feira - 09:00 - 13:30
3ª Feira - 15:30 - 19:30
5ª Feira - 09:00 - 13:30
6ª Feira - 15:30 - 18:30
Hospital CUF Santarém
Leiria 3ª Feira - 09:30 - 13:30
4ª Feira - 09:30 - 13:30
Clínica CUF Leiria
Fátima e Torres Novas
4ª Feira - 15:00 - 19:30
Clinifátima | Sanus | Medinurse
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18. Novembro 2024 #Áreas Anatómicas

Introdução à articulação do tornozelo


O tornozelo é uma articulação vital para a mobilidade, sendo responsável por sustentar o peso do corpo e permitir movimentos essenciais para caminhar, correr e saltar. A sua estrutura complexa combina a estabilidade com flexibilidade, possibilitando movimentos como flexão, extensão, inversão e eversão do pé. Apesar da sua robustez, o tornozelo é uma das articulações mais vulneráveis a lesões devido à sua constante exposição a forças e impactos.

Anatomia do tornozelo

O tornozelo resulta da junçao de ossos (tíbia, fíbula e tálus), articulações, ligações, tendões e músculos, e cartilagem articular e líquido sinovial.

Função do tornozelo

O tornozelo desempenha um papel central na biomecânica da locomoção. Ele atua como um amortecedor, ajudando a dissipar forças durante o impacto do pé no solo, além de proporcionar a propulsão necessária para avançar ao caminhar ou correr.

A resistência do tornozelo

O tornozelo é capaz de suportar até 1,5 vezes o peso do corpo ao caminhar e mais de 8 vezes o peso corporal ao correr. Esta resistência extraordinária é possível graças à interação entre ossos, ligamentos e músculos, que distribuem eficientemente as forças exercidas durante o movimento.

Problemas comuns 

O tornozelo está exposto a várias lesões, tais como, entorses, fraturas, tendinites e artroses.

Cuidados a ter

É necessário ter alguns cuidados para manter o tornozelo saudável, como o fortalecimento muscular, os alongamentos regulares, o uso de calçado adequado e a prevenção de entorses.
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18. Novembro 2024 #Corpo Clínico

Doutor Miguel Brites Moita


 

Formação Académica

Com mestrado em Medicina concluído em 2009, é especializado em patologias e lesões do tornozelo e pé, com foco em tratamentos que promovem estabilidade e funcionalidade.

Áreas de Diferenciação


Fraturas do Tornozelo: Tratamento especializado de fraturas, promovendo a recuperação rápida e eficaz.
Entorses do Tornozelo: Abordagem para recuperação completa de entorses e prevenção de lesões recorrentes.
Hallux Valgus (Joanetes): Tratamento de deformidades no pé para alívio da dor e correção estética.
Instabilidade do Tornozelo: Intervenções para restaurar a estabilidade e prevenir novas lesões.
Artrose do Tornozelo: Abordagem avançada para o alívio da dor e melhora da mobilidade em casos de artrose.

Doenças e Procedimentos Clínicos

Artroscopia do Tornozelo: Procedimento minimamente invasivo para tratar problemas articulares.
Tratamento Diferenciado de Fraturas do Tornozelo: Técnicas específicas para recuperação de fraturas complexas.
Cirurgia Minimamente Invasiva dos Joanetes: Procedimento moderno para correção do hallux valgus com recuperação rápida.
O Dr. Miguel Brites Moita oferece uma prática médica avançada, com especialização em procedimentos conservadores e minimamente invasivos que promovem a recuperação da função e alívio da dor no tornozelo e pé.

Sociedades Cientificas

Membro da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia.

Atividade Clinica

Santarém 2ª Feira - 09:30 - 18:30
3ª Feira - 15:30 - 18:30
4ª Feira - 09:30 - 13:30
5ª Feira - 09:30 - 13:30
CUF Santarém

Leiria 3ª Feira - 09:30 - 13:30
5ª Feira - 15:30 - 18:30
CUF Leiria

Tomar 3ª Feira - 09:30 - 13:30
Centro de Reabilitação do Nabão
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18. Novembro 2024 #Áreas Anatómicas

O que é Artrose da Anca?


A artrose da anca é uma condição degenerativa que afeta a articulação da anca. Esta condição ocorre quando a cartilagem que reveste as superfícies articulares do fémur e do acetábulo se desgastam, levando a dor, rigidez e perda de mobilidade.

Causas e Fatores de Risco

Idade: O risco de artrose aumenta com a idade. Desgaste e Trauma: Uso excessivo ou lesões prévias na anca. Fatores Genéticos: Predisposição hereditária para artrose. Obesidade: O excesso de peso aumenta a carga sobre as articulações. Outras Condições Médicas: Como displasia da anca ou artrite reumatóide.

Sintomas Comuns

Dor no anca: Pode irradiar para a coxa, nádega ou até mesmo para o joelho. Rigidez: Principalmente após períodos de inatividade ou ao acordar Redução da Amplitude de Movimento: Dificuldade em realizar atividades como se vestir ou calçar sapatos. Crepitação: Sensação de atrito ou estalos na articulação.

Diagnóstico

O diagnóstico da artrose da anca geralmente é feito através de exame físico e historial médico do paciente, podendo ser complementado por exames de imagem, como radiografias, para avaliar o desgaste da cartilagem e outras alterações na articulação.

Tratamentos

Mudanças no Estilo de Vida: Perda de peso e atividades físicas de baixo impacto. Medicação: Analgésicos e anti-inflamatórios para aliviar a dor e a inflamação. Fisioterapia: Para fortalecer os músculos à volta da anca e melhorar a mobilidade. Cirurgia: Em casos avançados, a artroplastia (substituição da articulação) pode ser considerada.

Prevenção e Controle

Exercícios de Fortalecimento: Focados nos músculos à volta da anca. Evitar Atividades de Alto Impacto: Para reduzir a carga e pressão na articulação. Equipamento Adequado: Uso de calçado confortável e, se necessário, auxílios para caminhar. Controle de Peso: Fundamental para reduzir a carga sobre a articulação.

Conclusão

A artrose da anca é uma condição comum, especialmente em idosos, que pode causar dor significativa e limitação de movimento. O tratamento envolve uma combinação de medicação, fisioterapia, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, cirurgia. É importante o acompanhamento com um profissional de saúde para um plano de tratamento adequado e personalizado. Para patologias da anca poderá consultar os dois médicos especializados na área que temos ao seu dispor: Manuel Oliveira e Gonçalo Martinho.
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18. Novembro 2024 #Patologias

O que é Condromalácia Rotuliana?

A condromalácia rotuliana é uma condição onde a cartilagem na parte de trás da rótula (ou patela) se deteriora, tornando-se áspera e irregular. Isso pode causar dor e desconforto na articulação do joelho, especialmente ao realizar movimentos que colocam pressão na rótula, como subir escadas ou agachar. É muito frequente ouvir-se um ranger ou crepitação, por causa desse mesmo desgaste.

Causas e Fatores de Risco

Uso Excessivo: Atividades repetitivas que colocam stress no joelho. Desalinhamento: Uma rótula desviada pode causar desgaste irregular da cartilagem. Músculos Fracos ou Desequilibrados: Especialmente os músculos da coxa. Trauma: Impactos diretos na rótula, como por exemplo quedas.

Sintomas Comuns

Dor no Joelho: Especialmente ao subir escadas, agachar-se ou correr. Crepitação ou Estalos: Ao movimentar o joelho, sobretudo quando dobra. Sensação de Atrito: Dentro da articulação do joelho. Inchaço: Ocasional e à volta da rótula.

Diagnóstico

O diagnóstico é frequentemente baseado em sintomas, histórico clínico, exame físico e, se necessário, exames de imagem como a ressonância magnética, que pode mostrar o grau de deterioração da cartilagem.

Tratamentos

Repouso e Gelo: Para reduzir a dor e o inchaço. Medicação: Analgésicos e anti-inflamatórios. Fisioterapia: Para fortalecer os músculos ao redor do joelho e compensar o desvio da rótula. Órtoteses do Joelho: Em casos raros, para suporte e alívio da pressão da rótula Infiltrações Articulares: Podem ajudar no alívio da dor e evitar a progressão da artrose. Cirurgia: Em casos graves, procedimentos como a realinhamento rotuliano ou a artroscopia podem ser considerados.

Prevenção e Controle

Fortalecimento Muscular: Exercícios para fortalecer os músculos da coxa. Técnicas Apropriadas de Exercício: Para evitar stress exagerado no joelho. Equipamento Adequado: Uso de calçado apropriados para atividade física. Evitar Atividades de Alto Impacto: Até que a dor e o inchaço diminuam ou resolvam.

Conclusão

A condromalácia rotuliana é uma condição comum que pode causar dor e desconforto no joelho. O tratamento envolve uma combinação de repouso, medicação, fisioterapia e, em alguns casos, infiltrações. Raramente é necessário cirurgia. É importante a consulta com um profissional de saúde para um diagnóstico adequado e plano de tratamento personalizado, para isso pode contar com o corpo clínico da U-MUV, constituído por 3 especialistas em patologias do joelho: Manuel Oliveira, Gonçalo Martinho e Levi Reina Fernandes.
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18. Novembro 2024 #Patologias

O que são Joanetes?

Joanetes, conhecidos clinicamente como Hallux Valgus, são deformidades ósseas que se formam na articulação na base do dedo grande do pé (hallux). Esta condição ocorre quando por alterações ósseas e dos tecidos envolventes, a articulação se vai deformando causando uma saliência óssea.

Causas e Fatores de Risco

Genética: Predisposição hereditária para a estrutura do pé que favorece o desenvolvimento de joanetes. Calçado Inadequado: Sapatos apertados, de salto alto ou com uma frente estreita podem acelerar a formação de joanetes. Problemas Estruturais do Pé: Pés chatos, arcos excessivamente altos ou outros problemas estruturais. Artrite: Condições como artrite reumatóide podem aumentar o risco. Género: Mulheres são mais propensas a desenvolver joanetes, possivelmente devido ao uso de sapatos de salto alto e estreitos.

Sintomas Comuns

Saliência na Lateral do Dedo Grande do Pé: Visível e muitas vezes dolorosa. Dor e Sensibilidade: Principalmente ao usar sapatos ou ao caminhar. Vermelhidão e Inchaço: Ao redor da articulação afetada. Desenvolvimento de Calos ou Calosidades: Devido ao atrito e pressão no pé.

Diagnóstico

Exame Físico: Avaliação da estrutura do pé, da pele e da marcha. Radiografias: Para determinar a gravidade da deformidade e planear o tratamento.

Tratamentos

Mudanças no Calçado: Sapatos mais largos e confortáveis para aliviar a pressão. Dispositivos de Alívio: Como protetores de joanetes, almofadas ou órteses. Medicação: Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) para reduzir dor e inflamação. Fisioterapia: Exercícios para manter a flexibilidade e fortalecer os músculos do pé. Cirurgia: Em alguns casos, pode ser necessária para corrigir a deformidade cirurgicamente

Prevenção e Controle

Escolha de Sapatos Adequados: Sapatos que se ajustam corretamente e oferecem suporte. Cuidados com os Pés: Manutenção de uma boa higiene e cuidado regular dos pés. Exercícios para os Pés: Para fortalecer os músculos e melhorar a flexibilidade.

Conclusão

Os Joanetes podem ser uma condição dolorosa e limitante, mas com o tratamento adequado, muitas pessoas encontram alívio significativo. A escolha de calçados adequados, cuidados preventivos e, quando necessário, tratamento médico, podem ajudar a gerir esta condição. Nos casos em que as medidas conservadoras não funcionam, a cirurgia apresenta-se como uma alternativa com bons resultados. Na U-MUV pode encontrar o especialista em patologias do pé Miguel Brites Moita, que poderá fazer o seu diagnóstico e desenhar o plano de tratamento que melhor trata a sua disfunção.
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18. Novembro 2024 #Áreas Anatómicas

Introdução ao pé


O pé é uma das estruturas mais complexas e fascinantes do corpo humano, projetado para suportar o peso do corpo e permitir movimentos essenciais como caminhar, correr e saltar. Composto por uma intricada rede de ossos, músculos, ligamentos e tendões, o pé não só proporciona equilíbrio e estabilidade, mas também funciona como um amortecedor natural, equilibrando as forças geradas durante o impacto com o solo.

Anatomia do pé

O pé é dividido em três partes principais, cada uma desempenhando funções específicas e interligadas. O antepé que inclui os ossos dos dedos e os metatarsos, o médio-pé formado pelos ossos tarsais, como o cuboide e o navicular, e o retropé composto pelo calcaneo e o tálus, o pé tem também tendões, ligamentos e músculos.

Função do pé

O pé funciona como uma base de sustentação, permitindo que o corpo mantenha o equilíbrio em diferentes superfícies. Ele também atua como uma alavanca durante a caminhada e corrida, transformando energia muscular em movimento eficiente. O seu arco elástico ajuda a absorver o impacto do solo, protegendo outras articulações, como joelhos e quadris.

O pé como "obra engenheira"

O pé humano é composto por 26 ossos, 33 articulações e mais de 100 músculos, tendões e ligamentos, o que representa cerca de 25% dos ossos do corpo. Essa complexidade permite que o pé suporte até três vezes o peso corporal ao caminhar ou correr, mostrando como sua estrutura é adaptada para resistência e versatilidade. Um fato curioso é que o arco do pé funciona como uma mola natural, armazenando e liberando energia a cada passo, o que torna a locomoção humana incrivelmente eficiente.

Problemas comuns

Apesar da sua robustez, o pé é suscetível a diversas condições, muitas vezes causadas por uso excessivo, calçados inadequados ou alterações biomecânicas. Os problemas existentes mais comuns são a fascite plantar, joanetes, entorses, neuroma de morton e pé plano.
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18. Novembro 2024 #Patologias

O Que é a Entorse do Tornozelo?

A entorse do tornozelo é uma das lesões musculoesqueléticas mais comuns, ocorrendo frequentemente durante atividades desportivas ou mesmo em atividades da vida diária. Envolve o estiramento ou rotura dos ligamentos que suportam o tornozelo, usualmente acontecendo quando o pé vira para dentro ou para fora de forma abrupta.

Causas e Fatores de Risco

Movimentos Bruscos: Virar o pé de maneira inesperada pode causar uma entorse. Superfícies Irregulares: Andar ou correr em terrenos irregulares aumenta o risco. Calçado Inadequado: Sapatos sem suporte adequado podem contribuir para lesões. Fraqueza Muscular: Músculos fracos ao redor do tornozelo podem predispor a entorses. Histórico de Lesões: Pessoas que já tiveram entorses anteriores têm maior propensão a novas lesões.

Sintomas Comuns

Dor e Sensibilidade: Geralmente no local da lesão. Inchaço: Pode variar de leve a severo. Hematomas: Coloração azulada ou roxa na área afetada. Restrição de Movimento: Dificuldade para andar ou suportar peso no pé afetado.

Diagnóstico

Além da análise dos sintomas e exame físico, podem ser realizados exames de imagem, como radiografias, para descartar fraturas e avaliar a extensão da lesão. A ecografia e a RMN são exames complementares que permitem avaliar melhores a lesão ligamentar e dar uma ideia do tempo de recuperação.

Tratamentos

Método RICE: Repouso, gelo, compressão e elevação são medidas iniciais. Imobilização: Uso de tala ou bota ortopédica para estabilizar o tornozelo. Fisioterapia: Exercícios para restaurar a força, a flexibilidade e o equilíbrio. Medicação: Analgésicos e anti-inflamatórios para alívio da dor e redução do inchaço.

Prevenção e Controle

Fortalecimento Muscular: Exercícios regulares para fortalecer os músculos do tornozelo. Uso de Ortóteses de Suporte: Especialmente durante atividade física. Atenção ao Terreno: Evitar superfícies instáveis ou escorregadias. Escolha de Calçado Adequado: Sapatos com suporte e estabilidade.

Conclusão

Embora a entorse do tornozelo seja uma lesão comum, sua gestão adequada é crucial para uma recuperação eficaz e para prevenir recorrências. Consultar um profissional de saúde é essencial para um diagnóstico correto e plano de tratamento apropriado. Na U-MUV pode encontrar o especialista em patologias do tornozelo Miguel Brites Moita, que poderá fazer o seu diagnóstico e desenhar o plano de tratamento que melhor trata a sua disfunção.
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18. Novembro 2024 #Patologias

O que é a Rotura do Ligamento Cruzado Anterior?


O Ligamento Cruzado Anterior (LCA) é um dos ligamentos mais importantes da articulação do joelho e é também um dos mais estudados, existindo atualmente mais de 20000 artigos sobre o mesmo. O LCA tem uma função estabilizadora do joelho ao restringir a translação da tíbia em relação ao fémur, ou seja, evita que a tíbia (osso da canela) deslize para a frente sobre o fémur (osso da coxa). Permite ainda resistir aos movimentos de rotação do fémur sobre a tíbia, sobretudo quando o joelho se encontra em flexão A lesão do LCA é uma das lesões mais comuns do joelho ocorrendo sobretudo em contexto da prática desportiva como o futebol, voleibol, andebol entre outros. É uma lesão grave, sobretudo por atingir doentes jovens, para a qual existem programas específicos de prevenção que devem ser adotados de forma a diminuir a frequência desta lesão.

Causas e Fatores de Risco

Movimentos de Alto Impacto: Como saltar ou mudar rapidamente de direção. Desportos de Alto Risco: Futebol, rugby, basquetebol, andebol, esqui, entre outros, onde há maior probabilidade de movimentos abruptos. Fraqueza Muscular: Falta de força ou equilíbrio muscular pode aumentar o risco. Género: Mulheres atletas têm maior predisposição à lesão, possivelmente devido a diferenças na anatomia e na força muscular.

Sintomas Comuns

Dor Aguda: Sentida imediatamente após a lesão. Inchaço: Desenvolve-se rapidamente após a lesão. Perda de Amplitude de Movimento: Dificuldade em esticar ou dobrar completamente o joelho. Instabilidade: Sensação de que o joelho "cederá" ao colocar peso sobre ele.

Diagnóstico

Os sintomas podem resolver espontaneamente sendo na maioria das vezes possível o regresso às atividades do dia-a-dia. No entanto, o regresso à prática desportiva pode ser impossibilitado por episódios de instabilidade (o joelho falha), dor e derrame articular no joelho. Um joelho sem LCA é um joelho em risco e cada episódio de instabilidade e nova entorse pode levar ao agravamento ou aparecimento de novas lesões nomeadamente nos meniscos e ou cartilagem. A história clínica e o exame físico podem ser suficientes para que o seu Ortopedista estabeleça o diagnóstico. No entanto, o Rx e a Ressonância Magnética são essenciais para complementar e suportar a decisão de tratamento, por ajudarem a caracterizar as lesões associadas e o grau da rotura.

Tratamentos

O tratamento varia de acordo com vários fatores como a idade, o grau de atividade física, o desporto praticado e a presença de lesões associadas (menisco, cartilagem ou outros ligamentos). O tratamento conservador pode estar indicado em pessoas com baixo nível de atividade física e preservação da estabilidade do joelho ou então em crianças que ainda não atingiram a maturidade esquelética. É possível a utilização de ortótese e o encaminhamento para consulta de medicina física e reabilitação, sendo necessária uma vigilância clínica para avaliar o sucesso desta terapêutica. O tratamento cirúrgico passa pela reconstrução do ligamento cruzado anterior, que consiste na utilização de um enxerto autólogo que irá substituir o ligamento rompido. Está indicado nas pessoas que pratiquem desportos de risco ou que nas suas atividades de vida diária tem sintomas de instabilidade. É normalmente aconselhado o tratamento cirúrgico aos jovens, sobretudo se houver lesões meniscais associadas, que muitas vezes são passíveis de reparação. Existe uma variedade de enxertos assim como múltiplos procedimentos cirúrgicos descritos no tratamento desta patologia tendo cada um as suas vantagens e desvantagens. A discussão científica sobre este tema é extensa e contínua.

Prevenção e Controle

Exercícios de Fortalecimento e Estabilização: Para melhorar a força e equilíbrio dos músculos ao redor do joelho, nomeadamente o protocolo de prevenção FIFA11+.

Conclusão

A rotura do LCA é uma lesão grave que requer atenção médica imediata. Com o diagnóstico e tratamento adequados, muitos indivíduos conseguem retornar às suas atividades normais, incluindo o desporto que adoram. É importante seguir as recomendações de um profissional de saúde para uma recuperação segura e eficaz, e apostar numa equipa diferenciada para que tenha mais hipóteses de ter um bom resultado. Para isso, pode contar com os especialistas em patologias do joelho da U-MUV: Manuel Oliveira, Gonçalo Martinho e Levi Reina Fernandes.
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18. Novembro 2024 #Patologias

O que é Artrose do Joelho?


A artrose ou osteoatrite do joelho, também conhecida como gonartrose, é uma condição degenerativa que afeta a articulação do joelho. É caracterizada pelo desgaste da cartilagem, o tecido elástico que protege as extremidades dos ossos. Este desgaste leva a dor, inchaço e diminuição da mobilidade.

Causas e Fatores de Risco

Idade: A prevalência da artrose aumenta com a idade. Genética: Predisposição genética pode desempenhar um papel. Peso: O excesso de peso aumenta a pressão sobre as articulações. Lesões: Lesões prévias como fraturas ou lesões dos ligamentos dos joelhos podem levar à artrose. Outras Doenças: Certas doenças, como a artrite reumatoide, podem aumentar o risco de artrose.

Sintomas Comuns

Dor no Joelho: Geralmente piora após atividade ou ao final do dia. Rigidez: Especialmente após períodos de inatividade ou ao acordar. Inchaço: Pode ser causado por inflamação ou acúmulo de fluidos. Diminuição da Mobilidade: Dificuldade em realizar movimentos completos do joelho com limitação progressiva.

Diagnóstico

O diagnóstico é geralmente feito com base nos sintomas, exame físico e, se necessário, exames de imagem como radiografias ou a ressonância magnética, que podem mostrar a extensão do desgaste da cartilagem.

Tratamentos

Mudanças no Estilo de Vida: Perda de peso, exercício físico e fisioterapia. Medicação: Analgésicos e anti-inflamatórios para aliviar a dor. Injeções: Corticosteroides, ácido hialurônico ou Factores de Crescimento Plaquetários Autólogos (PRP) para reduzir a dor Cirurgia: Pode ser necessária a substituição da articulação do joelho, parcial ou total, quando as queixas persistem apesar do tratamento realizado.

Prevenção e Controle

Exercícios de Baixo Impacto: Como natação e ciclismo. Manutenção do Peso Ideal: Para reduzir a pressão sobre as articulações. Equipamento Adequado: Uso de calçado apropriado. Evitar Atividades de Alto Impacto: Que colocam muita pressão sobre os joelhos.

Conclusão

A artrose do joelho é uma condição comum, especialmente em pessoas mais velhas. É importante gerir os sintomas e modificar o estilo de vida para melhorar a qualidade de vida e retardar a progressão da doença. É sempre aconselhável consultar um profissional de saúde para um diagnóstico e plano de tratamento adequados. Tem existido uma constante inovação quer em termos de tratamentos não cirúrgicos, quer em termos de tratamentos cirúrgicos e é importante discutir com o seu Médico Subespecializado em Cirurgia do Joelho, qual o melhor tratamento para o seu caso específico. Na U-MUV dispomos de 3 médicos especializados nesta patologia, Manuel Oliveira, Gonçalo Martinho e Levi Reina Fernandes, consulte as suas disponibilidades e agende já a sua consulta.